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GARFOS DO PEDROArte em garfos de Pedro Bueno Lobato |
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Funcionários decidem o conteúdo do aprendizado.Tenho assistido a palestras e lido artigos de pessoas que misturam escolaridade com capacitação. Aceito com cuidado as novas fórmulas e técnicas de diagnósticos e treinamento profissional.
Coordenadores e facilitadores têm de ser, cada vez mais, andragogos e menos pedagogos. Andragogia é a arte de educar adultos. A Andragogia e a Pedagogia formam a Antropologia que é a ciência de educar o ser humano em qualquer período de seu desenvolvimento psíquico, em função de sua vida cultural, ecológica e social.Adultos se sentem motivados a aprender quando concordam com as vantagens e benefícios de um aprendizado, quando enxergam as conseqüências negativas de seu desconhecimento.Não devemos misturar a Andragogia com a Pedagogia. Ainda que tenham os mesmos fins, seus campos e forma de ações são diferentes. Profissionais, que participam de uma capacitação, fazem-no com maturidade e independência, por isso têm consciência do que não sabem e do quanto esse desconhecimento lhes faz falta. Alguns professores especialistas conseguem resultados pequenos no mercado atual, usando técnicas complexas e muito teóricas, pacotes de cursos traduzidos do inglês, e explicando duas, três vezes sem que os interessados entendam. A força maior está na experiência e na vivência do grupo, que levanta objeções, “focos de incêndio”, dificuldades. O grupo define o que é necessário aprender. As técnicas e soluções são elaboradas a partir dos conflitos anotados nas situações vividas, não há exemplos, simulações ou hipóteses. O ensino é concentrado em assuntos de aplicação imediata, em exercícios que desenvolvem habilidades para serem usadas na profissão, no papel social, de forma imediata. A experiência dos participantes passa a ser o substrato, o fundamento do aprendizado. Durante os trabalhos fica claro que não há diferenças entre os facilitadores e o grupo, as experiências são misturadas de forma dinâmica e discutidas. Há uma nova atitude diante do crescimento profissional.
1 – Os resultados que a empresa quer. 2 – As expectativas do grupo. 3 – O “Inventário Motivacional” do grupo. 4 – O conhecimento e o desconhecimento do grupo. 5 – O consenso daquilo que precisamos aprender para atingir os objetivos.
Cada aprendiz tem sua experiência e expectativas próprias. A soma do que sabemos e do que esperamos aprender define o conteúdo do curso. O facilitador coordena as atividades, estimula os participantes, clareia os objetivos, instrui e aplica os exercícios, participando como um aluno que tem alguns conhecimentos que serão usados depois de somados às contribuições, conhecimentos e experiências de todos. Assim conseguimos um resultado que atenda a empresa e satisfaça o grupo. A satisfação profissional não se dá por meio de uma escolha, e sim, pelo exercício. O exercício muda quem o faz e o destino de quem o faz.
Pedro Bueno Lobato
Facilitador da B&P Diagnóstico e Capacitação
Psicomotricidade, Yoga e o Corpo por Ana Nilce PettinatePsicomotricidade, Yoga e o Corpo Ana Nilce Pettinate
Psicologia é a "ciência do comportamento" e teve sua origem na filosofia. A psicomotricidade baseia-se em uma visão global da pessoa e integra as interações cognitivas, emocionais, simbólicas e sensoriomotoras na capacidade de ser e de expressar-se num contexto psicossocial. A yoga vem da raiz sânscrita yuj, que significa unir e tem como tema de trabalho o corpo. Seus objetivos são o autoconhecimento, o equilíbrio entre o corpo e a mente, a saúde física e espiritual e a comunhão entre o indivíduo e o todo, fornecendo os meios adicionais de percepção necessários à expansão de nossa consciência. A hatha yoga é uma yoga de integração total. É conhecida como a ciência da saúde perfeita e considerada uma das formas mais tradicionais da prática. Podemos definir o corpo de várias maneiras e de diferentes formas: biológica, física, espiritual, intelectual, emocional, poética, filosófica. Biologicamente, sabemos que o corpo é composto de uma ou de mais células. A célula é a unidade básica da vida ou a menor unidade capaz de manifestar as propriedades de um ser vivo. Alguns estudos mencionam a existência de um psiquismo na célula. Psiquismo vem do grego psykhé + ismo e pode ser definido como um conjunto das características psicológicas de um indivíduo. O psiquismo é a meta mais alta da vida e se fixa nos órgãos e nas formas da vida, se revelando e se exprimindo, mas a continuação da evolução orgânica só pode ocorrer a partir da evolução psíquica. Se observarmos o aspecto dinâmico da vida, temos a evolução como finalidade da vida, logo o objetivo da evolução é o psiquismo. Com um conceito ainda obscuro, controverso e impossível de definir nos limites de nossa linguagem, a mente é o estado da nossa consciência ou subconsciência relativo ao conjunto de pensamentos gerados pelo cérebro humano. O termo é utilizado para descrever as funções mentais, como o pensamento, a razão, a memória, a inteligência e a emoção e também a personalidade. Yoga significa união: a união entre instinto, emoção e razão; união da consciência mental com a consciência espiritual. Usando uma linguagem ocidental, a união do ego com o si mesmo (self), no que Jung chamou de processo de individuação ou realização da função transcendente. Para a yoga, a anatomia do homem vai muito além da dimensão material do corpo físico. A psicomotricidade baseada numa visão holística do ser humano integra as funções cognitivas, emocionais, simbólicas e motoras, promovendo a capacidade de ser e de agir num contexto psicossocial. É um campo que estuda e investiga as relações entre o psiquismo e a motricidade. (psico => social, afetiva, cognitiva e motricidade => atividade dinâmica, movimento do corpo, base neurofisiológica.) Numa visão técnica, a yoga é também globalizante, porque trabalha com todos os níveis da consciência humana: o corpo, a energia vital, as emoções, o pensamento e a intuição. A psicomotricidade como a yoga trabalha o corpo em movimento e em relação ao seu mundo interno e externo. É no movimento que as pessoas transmitem emoções, sentimentos, comunicam suas descobertas e criações. A yoga e a psicomotricidade se encontram em função das experiências vividas pelo sujeito cuja ação é resultante de sua individualidade, sua linguagem e sua socialização. A yoga é um processo e não somente uma técnica voltada para o corpo. É a unificação de si mesmo na busca da harmonização de todos os níveis da consciência humana: o corpo, a energia vital, as emoções, o pensamento e a intuição. A prática da yoga conduz a um despertar progressivo da atenção e da concentração da mente voltada para si mesma, procurando favorecer o bom funcionamento orgânico, para que o corpo goze de um bom estado de saúde e conserve a vitalidade por mais tempo. A psicologia é a “ciência do comportamento”, numa linha humanista, preconiza objetivos bem semelhantes aos da yoga: uma vida saudável, com auto-suficiência, vitalidade, satisfação e alegria, longe dos conflitos e tensões do dia-a-dia. Tanto a psicologia quanto a yoga exploram a alma humana por caminhos às vezes desencontrados, às vezes paralelos, mas que se cruzam no objetivo final: o autoconhecimento. O autocontrole conseguido pela prática e vivência da yoga propicia o equilíbrio da personalidade, sobrepondo-se aos maremotos dos conflitos existenciais. Se a yoga é um caminho para a liberação da consciência em busca de si mesmo, um processo contínuo de aperfeiçoamento, uma perspectiva de união da totalidade do ser, a psicologia em sua linha humanista, transpessoal, espiritualista e moderna, na sua subjetividade, segue por caminhos similares, apoiando-se nas aquisições da ciência formal e assimilando as contribuições de todas as outras abordagens teóricas citadas, e ainda dá alguns passos a mais, pois apresenta um paradigma de orientação holístico, que vislumbra o ser humano em sua totalidade - biológico, o psíquico, o social e o espiritual.
Endomarketing, por Luiz Cláudio Moreira FonsecaENDOMARKETING, PRA QUÊ?
Endo = Interno Marketing = Conjunto de análises e ações que objetivam suprir as necessidades dos clientes, gerando satisfação.
De uns tempos para cá, temos ouvido constantemente a expressão “cliente interno”, mas do que se trata?
Cliente interno nada mais é do que aquele colega de trabalho com o qual mantemos contato direto ou não, cujos objetivos estão “entrelaçados”, ou seja, desenvolver as atividades internas da maneira mais eficaz possível, o que certamente redundará no crescimento e longevidade da organização. É sempre bom lembrar que: “As falhas internas das organizações não podem repercutir nos clientes ou serem notadas pelos mesmos”.
Mas de que forma poderemos administrar as falhas (inerentes aos seres humanos) de modos que elas não interfiram na qualidade de atendimento?
É interessante observar que a maioria das organizações que se destacam nos seus respectivos segmentos, privilegiam estratégias de políticas de recursos humanos de vanguarda, investindo maciçamente em treinamento e desenvolvimento, além de se preocupar incessantemente com o endomarketing.
Mas qual a melhor forma de aflorar o endomarketing?
Em primeiro lugar, políticas de recursos humanos devem ser implantadas e geridas por pessoas preparadas para tal, e que antes de tudo compreendam que o trabalho de Recursos Humanos não é simplesmente distribuir benefícios, mas sim, extrair dos empregados o melhor do seu profissionalismo e atitudes com o objetivo de gerar resultados para a organização. Além da implantação e gerenciamento de políticas, é fundamental que se tenha um bom ambiente de trabalho, onde as pessoas se sintam “em casa”, não só no quesito liberdade, como também na responsabilidade com o desenvolvimento de suas tarefas, com a preservação de mobiliário, máquinas, equipamentos, etc.
O que o endomarketing tem a ver com resultados?
Observem um empregado que trabalha numa empresa vitoriosa e que valoriza as boas práticas de recursos humanos. Quando você pergunta a ele: “Onde você trabalha?”, a resposta vem em alto e bom tom: “Na empresa tal!”. Podemos observar que ele fala com orgulho o nome da organização, mesmo estando fora do ambiente de trabalho, ele carrega consigo um “reluzente crachá imaginário”. Já aquele empregado que trabalha numa empresa medíocre, responde normalmente assim: “Trabalho na atividade tal”, ou seja ele privilegia a função e não o nome da organização.
Conclusão:
Temos acompanhado a situação em que se encontram as empresas no Brasil, que se vêem cada vez mais açoitadas por um governo que se nega a enxergar o caos que ele próprio cria, ora com uma carga tributária extorsiva, ora se tornando o inadimplente “mor”, causando enorme transtorno na economia nacional. Agora mais do que nunca, já que os investimentos em benefícios e políticas de Recursos Humanos que possam gerar despesas estão suspensos nas organizações, é hora de investir nas pessoas da forma mais simples possível, fomentando o endomarketing, gerando motivação para que as empresas se beneficiem da “energia positiva” emanada pelos empregados.
Luiz Cláudio Moreira Fonseca 30/11/2005 Capacitação AndragógicaCapacitação Andragógica Pedro Bueno Lobato
A B&P trabalha com capacitação profissional. Nossos alunos têm maturidade e independência, por isso, têm consciência do que não sabem e o do quanto este desconhecimento lhes faz falta. Apostilas, textos e professores têm um papel secundário no trabalho. A força maior está na experiência e na vivência do aprendiz, ele é que levanta as objeções, os “focos de incêndio”, as dificuldades e o que é necessário aprender. As técnicas e soluções vão sendo instruídas a partir dos conflitos levantados nas situações vividas, não há exemplos ou simulações hipotéticas. A B&P concentra o ensinamento em assuntos de aplicação imediata e prática para o grupo, em exercícios que desenvolvem habilidades para serem usadas na profissão, no papel social, de forma imediata. A experiência dos participantes passa a ser o substrato, o fundamento do aprendizado. Durante os trabalhos fica claro que não há diferenças entre os facilitadores e o grupo, as experiências são misturadas de forma dinâmica e discutidas. Há também nos facilitadores uma postura humilde para o aprendizado e a conseqüente demonstração de entusiasmo que reforça a idéia de que o que aprendemos transforma nossa vida.Os exercícios e os trabalhos em grupo são inspirados com filmes de animação para a descontração e a participação ativa, a apostila vai sendo elaborada pelo grupo durante o curso e serve como um contrato de intenções, um registro de participação. O grupo se surpreende com as técnicas e com a utilidade delas. A cada curso, a B&P no papel de facilitadora, cresce no conhecimento, tanto quanto os aprendizes. O segredo é a descoberta do potencial de todos para o crescimento e o sucesso. O Trabalho e as OcupaçõesFBMG - FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS
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"Love sought is good, but giv'n unsought is better", palavras de Jéssica em
A Noite dos Reis, ato III, Shakespeare (1464-1616)
Uma casa de madeira nas montanhas, ou na praia.
Assim que encontar alguém que queira ir comigo.
31 9343 2731 Nosso Trabalho, Parceiros, Clientes, Colegas e Amigos
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